Competências do Futuro

Um estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial, são apontadas 10 competências fundamentais para os profissionais do futuro:

  • Capacidade de resolução de problemas complexos;
  • Pensamento crítico; Criatividade;
  • Gestão de pessoas; Coordenação; Inteligência emocional;
  • Capacidade de julgamento e tomada de decisão;
  • Orientação para servir;
  • Negociação;
  • Flexibilidade Cognitiva.

Num mercado 4.0, temos que encarar a tecnologia como parceiro de trabalho e que está, aos poucos, substituindo as atividades operacionais realizadas por humanos.

Nessa nova realidade, ficar preso a rotinas, levantamento de dados e relatórios manuais, deixará você obsoleto, pois a máquina fará isso para você.

Esta aí a oportunidade, o profissional do futuro terá que explorar, desenvolver e utilizar competências humanas mais complexas e avançadas.

Qual seu papel no processo seletivo?

Em um processo de seleção, a responsabilidade da contratação de um novo profissional é mútua entre o RH e o gestor da área. E, justamente por ser uma responsabilidade compartilhada é que ambos devem ter condições de conduzir esse processo, cada um no seu papel, mas com seus respectivos graus de importância.

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Fora da zona de conforto

Um bom exercício para ativar a criatividade é se colocar fora de sua zona de conforto.

Já deixou seu carro e foi de bike ou patinete para o trabalho/reunião? Usou transporte publico e largou o carro em casa?

Leu livros que não são de sua preferência literária? Foi em restaurantes diferentes?

Experimentou comidas diferentes?

Já fez uma transição de carreira?

Então! Fique atento às tendências. Sobrevive aquele se adapta mais rápido à mudança. Vale a pena experimentar coisas novas, pode-se estar perdendo boas oportunidades, mesmo que seja para rir de si mesmo.

 

Por que não planejamos nossas carreiras?

O planejamento é algo muito frequente em nossas vidas. Planejamos na empresa, as estratégias, ações, projetos, orçamentos, entre outros. Na nossa vida pessoal, planejamos viagens, festas, compra do carro, do imóvel etc.

Desde a coisa mais simples até a mais complexa, com método ou sem método, o fato é que somos capazes de fazê-lo em diferentes situações.

Então, por que não planejamos nossa carreira? Por que deixamos que decisões importantes de nossa vida sejam delegadas às empresas? Por que não temos claro o que queremos e criamos um plano para chegar lá?

Segundo Joel Dutra (1996), há uma resistência natural das pessoas em relação ao planejamento de suas vidas profissionais por encararem como algo dado e, também, por não terem sido estimuladas a fazê-lo. Isso faz com que tomemos nossas decisões normalmente quando somos pressionados, no caso de ofertas de promoção, transferências ou um trabalho novo, mas principalmente na perda do emprego.